segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Excesso de cautela

É uma cena que me causa alguma espécie. Aos 79 minutos, Lopetegui tirou Aboubakar e meteu Osvaldo. Estávamos a cerca de 15 minutos do fim e havia que ganhar o jogo. Não o conseguimos e, salvo aquele lance incrível do Maxi no último segundo, fomos inofensivos. Hoje, os coisinhos, a perder, acabaram o jogo com quantos avançado tinham e só não marcaram por acaso (e azelhice, também). O que eu pretendo relevar aqui é o facto de o nosso treinador não os ter tido no sítio para ir à procura de uma vitória que era necessária. Porque as vitórias no FC Porto são sempre necessárias e é a isso que estamos habituados. Lopetegui, condicionado pelos resultados do ano passado na Madeira, temeu perder o jogo num contra-ataque do Marítimo e optou pela simples troca de ponta-de-lança. Um aviso à navegação: no FC Porto, vamos sempre em busca da vitória.

domingo, 9 de agosto de 2015

Amigos para sempre?

E de repente os benfiquistas acham Jorge Jesus arrogante, nojento, malcriado, sem nível, provocador. Isto não é fantástico? Bem-vindos ao clube, coisinhos. E, já agora, têm o que merecem.
Destaque para Jonas, que deu uma lição a Quaresma. Ai, queres um abracinho, Jorge Jesus? Vai-te foder. Apenas e só.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Osvaldo: ÚLTIMA HORA!

Ontem, não houve qualquer escaramuça no treino e consta que se deu bem com todo o plantel. Incrível.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

Fífias

Assim em modo quase telegráfico, sobre o jogo de ontem: foi a melhor exibição da pré-época, com notória evolução na dinâmica geral da equipa. Brahimi surgiu endiabrado, enquanto teve fôlego. André André deu passos importantes para conquistar a titularidade. Aboubakar mostrou que podemos contar com ele. E os laterais estiveram bem no envolvimento atacante, com destaque para dois passes de Maxi Pereira com açúcar que poderiam ter dado golo. Sinal menos para Tello e Maicon, este com uma fífia que já é marca registada. Sim, o Maxi também teve uma fífia, mas, para já, a linha editorial de Pobo do Norte não admite outra coisa que não elogios ao uruguaio.
Hoje surge mais um nome a acrescentar à extensa lista de jogadores apontados ao FC Porto. Vem n'A Bola online e o nome do rapaz é daqueles difíceis de dizer. Mas é só porque é nipónico da Coreia do Sul. Alguém reprovou a geografia e a português na redação do pasquim. Ora façam o favor de clicar na imagem.


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Osvaldo

Parece que Osvaldo é o nome do ponta de lança que nos preparamos para contratar. Pelo menos há unanimidade na imprensa desportiva diária. Aos 29 anos, Osvaldo tem aqui uma oportunidade de ouro: depois de uma carreira de saltimbanco, em que nunca se fixou por mais de dois anos num clube (só em Itália foram sete!), pode agora jogar num clube de Liga dos Campeões e com perspetivas de titularidade ou, pelo menos, de lutar por ela com otimismo.
Mas este italo-argentino chega ao maior clube português com alguns rabos-de-palha a manchar a sua carreira. Em 2011 pregou um soco ao colega de equipa Lamela (sim, esse de quem se fala também para o nosso clube) e em 2014 deu uma cabeçada ao português José Fonte, também ele colega de equipa no Southampton. Em 2013 já tinha insultado o treinador, enquanto jogador da Roma, quer em campo quer no Tweeter, depois de aquele apenas lhe ter dado 15 minutos de jogo numa partida contra a Lazio.
Ora bem, parece que temos aqui um perfil de jogador especial, para ser simpático. E lembro-me de um Presidente que tivemos, nos anos 80, acho eu, que dizia que o aspeto futebolístico era apenas uma das vertentes que motivavam a contratação de um jogador por parte do FC Porto. Ou seja, o clube não só procurava bons executantes como também bons exemplos do ponto de vista humano. Não sei se se lembram desse Presidente. Parece que as coisas mudaram e a atual direção parece ter como alvo um jogador desta idade e com este perfil. Eu espero que Osvaldo seja muito feliz connosco e marque muitos golos e, a dar um soco a alguém, que o faça ao Luisão, por exemplo.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Schalke 04 - FC Porto

Sem qualquer oportunidade de golo durante 90 minutos, não perder este jogo acabou por ser um bom resultado.

sábado, 25 de julho de 2015

Pré-época: experimentar e observar

Descontando o facto de que ver o FC Porto perder é sempre uma tragédia, a derrota de ontem não me deixou assim tão apreensivo como à primeira vista seria de esperar.
Levamos apenas duas semanas de trabalho e os índices físicos em alguns jogadores (Tello e José Angel são casos evidentes) ainda estão muito longe do desejável. Ontem, o Borussia esteve fisicamente muito melhor que nós e isso foi visível na primeira parte, quando praticamente só por duas vezes chegámos com perigo à grande área adversária.
Mas a questão não foi apenas física. A fase é de experiências e de observações, o que quer dizer que, muito provavelmente, só vamos apresentar um onze próximo do titular no jogo de apresentação. Não acredito que o meio-campo da primeira parte se repita, com um Evandro, por exemplo, completamente desaparecido, junto a uma das linhas. Lopetegui estará a ver como encaixar alguns daqueles miúdos no onze, tendo em conta que, quando estiver bem, Imbula é titular... e Herrera (ainda) não saiu. Para além disso, ainda há contratações e dispensas a fazer.
É absolutamente inútil estar já a criticar A, B ou C, numa fase destas e devemos resistir à tentação de cair em comentários sentenciosos do género, "este não serve" ou "mais do mesmo". Já li por aí gente a considerar o Bueno um craque no jogo com o Duisburgo, e ontem a compararem-no já ao Adrian Lopez. Calma, nem 8 nem 80.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Defender à direita

No dia em que faz dezoito anos que João Pinto pendurou as botas, surge a notícia que o FC Porto terá feito uma oferta a Bruno Peres, lateral-direito brasileiro do Torino. Houve quem se apressasse a questionar a relevância disto uma vez que há Maxi e há Ricardo Pereira, mas eu gostaria de lembrar que, na realidade, Ricardo é uma adaptação e o uruguaio - ele, também, uma invenção de Jorge Jesus - é o único lateral-direito que temos. E com 31 anos, convém não esquecer. Por isso, não me causa assim tanto espanto esta notícia. Numa perspetiva mais radical, mas nem por isso menos divertida, isto poderia signifcar a dispensa de Maxi Pereira, após um período à experiência nesta pré-época. Havia de ser giro.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Primeiros passos

Sobre o segundo jogo de pré-época, em que todos os jogadores tiveram oportunidade de jogar, não há muitas conclusões a tirar. Apenas o satisfazer da curiosidade em ver como se portam os novos.
Casillas não sofreu golos e assustou um avançado que lhe apareceu à frente. Que tenha sempre este efeito sobre os adversários. Maxi Pereira, que, como todos sabem, é o melhor lateral-direito do mundo, esteve bem e até fez um corte que o árbitro entendeu, erradamente, ser falta.
O meio-campo foi todo novo. Gostei de alguns pormenores de Imbula e de Bueno. Aquele, uma força da natureza, este, um jogador de fino recorte técnico (obrigado, Gabriel Alves), mas, à primeira impressão, algo macio na abordagem dos lances. O francês teve lá uma arrancada que deixou meia equipa alemã para trás e deu a ideia que quando estiver a 100% fisicamente vai dominar o meio-campo de ataque. Mas quem me encheu as medidas foi Danilo Pereira, muito bem nas recuperações e a sair com a bola. Na segunda parte, André André e Sérgio Oliveira mostraram, se alguém ainda tivesse dúvidas, que têm lugar no plantel. Uma nota para os que já estavam: Brahimi partiu aquilo tudo, Tello mostrou-se longe do jogo e Adrian Lopez não é deste filme.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A mãe de Maxi Pereira já falou

Pobo do Norte, através do seu enviado especial ao Uruguay, ouviu a mãe de Maxi Pereira que se referiu assim à transferência para o FC Porto:

"Estou muito feliz. É um grande dia para todos nós, na família, e acredito, também, para todo o Uruguay. Depois de tanto tempo fora do país, tínhamos a esperança de ver o Maxi representar um grande da Europa. Finalmente, graças a Deus, isso aconteceu hoje. Só espero que o clube anterior dele faça um jogo de despedida com o FC Porto para agradecer ao meu filho tudo o que fez por ele. O Maxi merece."

Lembramos que estas são declarações exclusivas a este blogue. Pobo do Norte, sempre na vanguarda da informação.

Sorry Seems To Be The Hardest Word














Como diria o Elton John:
It's sad, so sad
It's a sad, sad situation
And it's getting more and more absurd

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A redenção de Varela e um negócio da China

Silvestre era um rapaz dotado mas com tendência para se atrapalhar com a bola. Na equipa de AVB brilhou porque Falcão concluía bem quase todos os cruzamentos, porque Moutinho enchia o campo e porque James fazia uns números de circo que terminavam assiduamente em golos. Mesmo sob a batuta desse génio da tática chamado Paulo Fonseca, Varela passou por virtuoso, já que a alternativa se chamava Licá... Veio o treinador nuestro hermano e o Silvestre foi dar uma volta pela Europa - no WBA jogou pouco e, infelizmente, o Parma faliu - pois bem, o homem está de volta.

Confesso que sempre tive uma inexplicável simpatia pelo Drogba da Caparica, a quem contudo me pareceu sempre faltar nervo e aquele bocadinho de talento que transforma um jogador acima da média num atleta de primeira linha para um clube como o Porto. Mas a verdade é que já deu contributos importantes e que, bem vistas as coisas, o prefiro à crescente inconstância arrogante do Mustang, como suplente, bem entendido. Espero que fique - a renovação do contrato só pode querer dizer que Lopetegui conta com ele. No mínimo, evita que o basco se lembre de colocar o arrastão do Adrian Lopez a jogar na ala...

Entretanto, o Josué vai continuar na Turquia e parece que o Porto despachou definitivamente para o pais dos olhos em bico esse erro de casting chamado Kleber - boa ideia! Este senhor nunca confirmou nada do que prometeu no Marítimo, não evoluiu nadinha nas duas épocas em que esteve emprestado e já temos assalariados que cheguem a jogar por clubes terceiros.

Quem vai ter a oportunidade de "evoluir" (?!) será o lengrinhas mexicano que compramos a peso de ouro. Supostamente, Diego Reyes interessa à Real Sociedad e talvez aí encontre forma de provar que não foi um equívoco dispendioso. Por aqui, em duas épocas miseráveis, jogou pouco e jogou mal, ficando na retina aquela "exibição" frente ao Bayern, embora a culpa de tal desgraça seja de quem achou que um central inexperiente seria útil a defesa direito num jogo com aquelas características.

Mas nem tudo são boas notícias: ainda nenhum clube quis o Adrian Lopez, o Quintero continua gordinho e por cá, ninguém sabe quem sucederá na lateral direita ao Danilo ou o que fazer com tantos guarda redes, o Alex Sandro não renova nem sai, o Gonçalo Paciência vai ser emprestado e eu não acredito que o Aboubakar seja o ponta de lança que o Porto precisa. E a este hipotético meio-campo (Imbula-Herrera-Bueno) parece faltar tanta coisa... Para mim, falta um gajo como o Sérgio Oliveira a "8" ou até um André André. Mas esses são tugas e, que eu saiba, não falam portunhol... azar deles e nosso.

P.S. - A melhor notícia ficou de fora: ainda não está confirmada a vinda do Cantiflas uruguaio para o nosso clube. Pode ser que seja apenas paleio de pré-temporada. Entre ver este gajo no lugar do Danilo e a hipótese de sermos futuramente treinados pelo mister da chicla habitam os meus piores receios como portista.

Não é um best of de carreira: são imagens de 2014/15


domingo, 12 de julho de 2015

Símbolos


A mãe do Casillas acha que ele fez uma má opção em vir para o FCP; alegadamente, entende que o Porto é uma equipa de "segunda B". A imprensa tuga rejubilou: os gajos do Norte arranjaram um GR Campeão do Mundo, 2 vezes Campeão da Europa, 3 vezes vencedor da Champions, campeão de Espanha 5 vezes, etc., etc., mas a mamã dele acha Portugal e o clube mais importante neste país desde o 25 de abril um destino miserável.

Afinal, ninguém disse isso do Júlio César, nem do Peter Schmeichel nem do Michel Preud'homme. Pois não: o Júlio César estava desterrado em Toronto (depois de ter sido dispensado/emprestado por esse colosso chamado Queens Park Rangers), o Schmeichel quis assumidamente "um futebol com um ritmo menos intenso" aos 36 anos (tradução: uma reforma ativa mas calminha ao sol do sul da Europa) e o Preud'homme tinha uma carreira clubística muito ilustre, repartida entre duas gigantescas instituições do pontapé na bola: o Standard de Liège e o KV Mechelen...

E resultados? Ainda não sabemos qual será o contributo do Iker Casillas (que eu calculo será determinante, ainda que contratar um guarda-redes consagrado não fosse, pelo menos para mim, uma prioridade para o Porto 2015/2016), mas sabemos o que "deram" ao Sporting e ao Benfica outros guarda-redes consagrados:

  • o belga que jogou no SLB não ganhou quase nada  - ficou-se por uma Taça de Portugal, o que, convenhamos, é curto para quem atuou em mais de 200 jogos nas 5 épocas que cá esteve;
  • o dinamarquês foi campeão no ano em que chegou ao SCP e terceiro classificado (a 15 pontos do campeão Boavista) no ano seguinte, na época (de boa memória...) em que os coisinhos conseguiram um brilhante sexto lugar;
  • o brasileiro deu um contributo positivo, uma vez que foi um upgrade significativo a um Artur Moraes em quem nunca os vermelhos confiaram efetivamente, apesar de por lá ter passado 4 épocas, quase sempre, como primeira opção.
Curiosamente, ninguém que perceba o mínimo de futebol poderá dizer que o SCP de Schmeichel foi campeão por causa das atuações do ex-guarda-redes do Man United ou que o mais recente título do SLB se fique em grande parte a dever à performance do brasileiro que venceu a Liga dos Campeões com o Inter de Mourinho - negativo! A verdade é que aquele que mais contribuiu para o seu clube português foi Michel Preud'homme, o guarda-redes que vi jogar em Portugal que mais se aproximou do Vítor Baía dos seus tempos áureos. Sem o belga, o SLB teria antecipado e repetido várias vezes o brilharete do sexto lugar de 2000/2001 que, curiosamente, foi alcançado na primeira época pós-Preud'homme...

Nota importante: parece que o Casillas também não acha que os seus pais sejam propriamente da Primeira Liga dos progenitores, até porque está afastado deles desde... 2010! Mais informação no JN, o único jornal que se lembrou de verificar que pais são estes que dizem publicamente o que a mãe disse a propósito de uma escolha profissional e desportiva de um filho, diria eu, pródigo.

UPDATE 1 - ou alguém lhe disse para ter juízo ou a mãe do Casillas percebeu a enormidade do que disse, porque decidiu "pedir desculpa" ao FCP. Mas parece que isto não merece o mesmo destaque para quem alegremente publicou os insultos iniciais.

UPDATE 2 - um imbecil da estrutura do SLB  (um alegado assessor jurídico chamado Paulo Gonçalves), pouco informado sobre a evolução da situação, decidiu ser engraçado e publicou na sua conta do FB a mensagem: "Admiro o Casillas pela sua carreira. Mas a mãe encheu-me as medidas pela sua lucidez...". É estúpido porque não percebeu que a senhora não insultou só o FCP, mas sobretudo o futebol português. É cretino e precipitado porque entretanto a senhora reconsiderou.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bem-vinda, Sara

O Casillas vem para o FC Porto? Vamos ver porquê. Porque precisamos de um guarda-redes espanhol que comunique bem com o treinador? Não, já lá temos o Andres Fernandez. Porque precisamos de um guarda-redes experiente, com mais de 30 anos, com muitos jogos na Liga dos Campeões? Não, já lá temos um e chama-se Helton. Porque o Porto Canal está a precisar de uma pivô que faça subir as audiências? Bem visto. Olá, Sara Carbonero.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Regresso à Terra

Enquanto o Maxi Pereira não revela onde vai jogar na próxima época, do que é que se fala? Enquanto o Bruno de Carvalho não põe ninguém em tribunal porque em 1984, deixaram sair o Futre por uma ninharia, do que é que se fala? Enquanto Mitrovic, que é benfiquista desde pequenino, não assina, enquanto o Zivkovic, que acompanha os coisinhos no Twitter não assina, e enquanto o pai do Joel Campbell não mostra a bandeira dos coisinhos que tem pendurada por cima da cama de casal, do que é que se fala? Fala-se do equipamento alternativo do FC Porto, pois está claro. E fala-se num só sentido: aquilo é de fugir, capaz de assustar um morto e de pôr as criancinhas a chorar. Mas querem saber de uma coisa?

Eu gosto.


Oh, que carago, menos cinquenta visitas diárias ao Pobo do Norte. Não devia ter escrito isto. Mas, olha, saiu-me. E mesmo que não gostasse, acham realmente produtivo andar-se a gastar tanta tinta sobre um equipamento alternativo, que, por ser alternativo, tem de ser forçosamente diferente? E, sendo diferente, tem de justificar um investimento? Desde que nunca seja bermelho, é-me indiferente a cor da porra do equipamento. Quero é a bolinha dentro da baliza adversária. Quero é ver o Júlio César a chorar. Quero é ver o JJ outra vez ajoelhado.
Por acaso, volto a dizer, gosto deste castanho com o pormenor azul. E acho que vai criar um efeito engraçado com o verde do relvado, convocando uma espécie de sentimento telúrico, um regresso à terra (e à Terra) capaz de ir às profundezas resgatar a mística portista (carago, afinal o equipamento tem poesia). Eu gosto e estas coisas do gosto pessoal, já se sabe, não se discutem.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Lateral direita a ferver

Há uns tempos lemos algures que o Cedric podia vir para o FC Porto. Todos nós, portistas, trememos de susto, mas quando lemos outra notícia que dava conta que podia ser o Barcelona o destino do lateral-direito formado no Sporting, vimos logo que havia alguém a querer fazer humor com o futebol. Hoje, surge a notícia que [modo ironia on] o Southampton ganhou a corrida ao Barça [modo ironia off] e contratou do jogador.
Hoje a bomba é que Maxi Pereira poderá estar muito perto do FC Porto, com um alegado contrato de quatro anos e dois milhões/ano de salário. Que vem, afinal, a ser isto? Contratam-se agora jogadores de 31 anos ao rival? Invertemos agora os papéis e somos nós quem oferece reformas douradas aos jogadores rivais? Estamos a falar de um jogador que há uns dias disse isto sobre nós e agora vamos buscá-lo?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Jesus na cova do leão

As notícias que dão Jorge Jesus no Sporting não deixam de ser surpreendentes. O Expresso refere mesmo que JJ vai ganhar menos do que ganhava nos coisinhos. Ora, a meu ver, um homem com o ego do tamanho de um Titanic (eu disse Titanic?) só se mete numa aventura destas se houver por trás um prometido e enorme investimento na aquisição de jogadores. Ou vamos todos "acarditar" que Jesus vai promover o milagre da multiplicação de Nanis e Williams? Não creio.
Não deixa de ser curioso que o único dos três grandes que nada ganhou é aquele que vai manter o treinador (bem, tudo aponta para que sim).

Lamentável

Eu não sei o que é pior. Se o Quaresma na capa da revista da Cristina, se o Simão Sabrosa com este penteado e esta pose na capa de A Bola.


sábado, 23 de maio de 2015

Bloqueados

A notícia não deveria ser o silêncio. A notícia deveria ser a imposição do silêncio. A notícia não deveria ser o blackout das claques, que têm o direito de o fazer, mas deveria ser a tentativa de calar, recorrendo aqui e ali à ameaça, aqueles que, espontaneamente, decidiram cantar "allez, porto allez, nós somos a tua voz". Isso é que devia ser notícia.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

São papoilas assaltantes

A PSP achou que aquele tipo de modelo de festa podia não correr bem. A PSP talvez perceba destas coisas de ajuntamentos de milhares de pessoas na rua, digo eu, mas aos coisinhos ninguém manda dizer como se deve fazer. Eles querem, eles fazem. O resto que se lixe. A polícia que se entretenha a apanhar os cacos. E a levar com eles. Foi o que aconteceu.
Como se não bastasse ignorarem as orientações das forças policiais, ainda quiseram fazer deles os bombos da festa, projetando em ecrã gigante a agressão do adepto em Guimarães às mãos de um polícia tresloucado. Olha que ideia brilhante! 'Bora lá transformar esta praça numa batalha campal e tornar verdadeiramente memoráveis estes festejos.
Já que se fala em momentos edificantes, podiam ter transmitido também os adeptos que foram às compras após o jogo de Guimarães mas não encontraram a caixa registadora para pagar. Em tempos de crise, era serviço público.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Herrera

Eu juro que fiz um esforço para gostar do Herrera. Quando ele chegou, em 2013/2014, dei-lhe o benefício da dúvida: primeiro ano num grande clube europeu, adaptação difícil a um futebol rápido e inserção numa equipa muito limitada que tinha Josués e Licás a titulares, alternativas como Defour ou Carlos Eduardo, e viu sair, ainda decorria o campeonato, o seu líder, Lucho González. Pensava eu, na altura, e por certo muitos portistas também, que este mexicano ao qual se reconheciam, e reconhecem, atributos técnicos acima da média, se fosse inserido numa equipa de classe superior, poderia revelar-se o jogador capaz de valer os 8 milhões que demos por 80% do passe.
Depois veio o Mundial e ficámos com água na boca. A seleção mexicana teve uma boa prestação e o nosso médio foi um dos protagonistas. Todos pensámos que a segunda época - acontece com tantos jogadores - é que ia revelar o grande talento mexicano. Reconheço que Herrera evoluiu da primeira para a segunda época, fez jogos bons, teve momentos de classe, mas nunca teve aquela constância que caracteriza os eleitos. Fez um campeonato razoável, o que, no FC Porto, não chega. E se da primeira para a segunda época depositei esperança na sua evolução, neste momento acho que não vai dar mais do que aquilo. E aquilo que dá é manifestamente pouco. Herrera nunca será aquele jogador de que um dia nos vamos lembrar com saudade. Nunca será um Alenitchev ou um Emerson, por exemplo. Teve a sua hipótese no jogo do Dragão contra o clube do manto protetor, mas falhou completamente o remate numa zona privilegiada para fazer o golo (e, quem sabe, mudar a história deste campeonato). Não me lembro, em todo o ano, de um rasgo genial, de um momento em que tivesse feito a diferença. Talvez dê um ótimo suplente na próxima época, ele que tem contrato até 2017. Quem sabe?

domingo, 17 de maio de 2015

Não merecemos nada

Depois de passar a semana a dizer que a equipa sabia o que tinha de fazer em Belém, que os jogadores estavam focados em continuar na luta pelo título, o que é que acontece hoje? Talvez e só a pior exibição da época. Ou, pelo menos, uma das que figuram certamente no grupo das piores. Alguém enganou Lopetegui. Ou ele é que nos enganou, a todos nós, adeptos. Porque não se admite aquela postura em campo, não se compreende tanta apatia e azelhice ao mesmo tempo. Se o clube do manto protetor ainda estivesse a ganhar 3, 4 a zero, com as coisas já decididas em termos de título, talvez fosse compreensível algum desânimo à medida que o jogo fosse avançando. Mas, pelos vistos, nem o facto de haver 0-0 em Guimarães os fez comer a relva. Acabámos por lhes entregar o campeonato numa bandeja de prata quando tínhamos tudo para os fazer sofrer até à última.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Coisas que se entranham

Eu e um amigo meu temos por hábito referirmo-nos ao clube do manto protetor como "os cães". É já um epíteto com muitos anos e, atenção, nada tem de menosprezo por essa maravilhosa espécie animal. Aliás todos temos a nossa maneira especial de nos referirmos aos nossos rivais futebolísticos. Falando especificamente dos coisinhos - cá está, aqui no Pobo adotámos esta singela designação - falando neles, dizia eu, há quem se refira a eles como "benfas", "bermelhos" ou, voltando ao mundo animal, as "galinhas", entre outros. Nas conversas com o meu amigo, isto já sai naturalmente. "Viste o golo em fora-de-jogo dos cães?" ou "Os cães mais uma vez foram levados ao colo" ou "Sabias que a boazona da Nuria Madruga é adepta dos cães?" são frases que povoam as nossas conversas. Todo este paleio para chegar ao jornalista da TVI, o Pedro Pinto, que teve, mais uma vez, aquele "deslize". O que é compreensível. Se eu ou o meu amigo fôssemos apresentadores televisivos, seria natural deixarmos escapar em direto e ao vivo o tal epíteto com que carinhosamente os tratamos. São coisas que se entranham com o uso.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Um comentário

Já o fizemos no passado. Colocar em publicação um dos muitos comentários - excelentes, como é normal - de um dos nossos leitores. Este que vamos publicar hoje está no post anterior a este. Uma reflexão a todos os títulos pertinente que todos os portistas devem fazer. O nosso agradecimento ao MT.

"Infelizmente, problemas familiares graves subalternizaram a bola, e não vi nem o infame 6-1 com o Bayer nem o incipiente 0 - 0 com o SLB que está bom de ver arruinou qualquer hipótese de ganhar o campeonato. Está também bom de ver que este artigo é mero wishfull thinking. Não vamos ganhar a ponta de um corno, o que apenas se compara no reinado do Pinto da Costa a uma longínqua época dos anos 70 com o Pedroto a treinador. Estive sempre muito descrente com esta equipa, tendo os jogos com o SCP e o Bayern no Dragão criado uma ilusão de mudança. O banho de realidade com os alemães e os relatos dos abraços na luz quando terminou o jogo voltaram a cimentar em definitivo a minha opinião. Este Porto é uma "mierda" Aprendi a amar este clube, ainda criança nos idos anos 80. O Gomes foi o meu primeiro e talvez único ídolo que o "pecado" da adulação não é coisa que me assista . João Pinto, Jaime Magalhães, André, Madjer, Aloísio, Baía, Domingos, Jorge Costa, Deco, criaram a tal mística que todos recordamos com saudade e que desejamos ingenuamente que volte. Não vai voltar. O mundo mudou. A lei Bosman e entrada em força das corporações financeiras e dos milionários transformaram o futebol num mero negócio submetido aos ditames da UEFA e da FIFA. A Liga dos Campeões ("campeões" onde cabem quartos classificados da Espanha e da Inglaterra....)está feita à medida das grandes Ligas Europeias e apenas algumas equipas com orçamentos colossais de 3, 4 países a vão ganhar doravante. A Taça da Liga é uma competição de equipas de refugo. O Real Madrid não trocaria a Taça do Rei pela Liga Europa.... Neste contexto, o Porto optou por ser um clube que promove jogadores aspirantes a serem vendidos aos tais colossos gerando mais valias financeiras imediatas. O contexto do futebol actual não permite que os planteis durem pelo menos alguns anos. As equipas de Moutinho e Villas Boas foram rapidamente desmontadas. Mesmo jogadores portugueses com qualidade formados no clube não resistem aos apelos dos empresários e ao dinheiro que é aquilo que verdadeiramente interessa numa carreira efémera em que o romantismo finou. O glorioso Benfica fez-se num tempo em que o prémios de jogo eram camisas e garrafas de brandy. Muitos iam para o futebol para terem acesso a uma carreira no sector fabril ou industrial. Os jogadores, mesmo das grandes equipas eram operários. Não eram milionários. Nos anos 70 as coisas começaram a mudar, a profissionalização surgiu em definitivo, mas os clubes de futebol ainda tinham uma identidade nacional e regional muito vincadas. Hoje, com a excepção do Atlético de Bilbau quantos clubes de média/grande dimensão têm maioritariamente jogadores das regiões a que pertencem, ou mesmo do país? Este fenómeno é irreversível e afectou todos os clubes. O FCP soube-se adaptar e conseguiu manter o sucesso desportivo. O Benfica deixou de dar tiros nos pés a imitando a nossa fórmula (investimentos avultados em jogadores de qualidade com a ajuda de fundos de jogadores. Estabilidade directiva e técnica) prepara-se para contrariar em definitivo a nossa hegemonia. Some-se a isso o enfraquecimento do nosso presidente que permitiu que tomassem de assalto os bastidores do futebol e com um apito avermelhado bem grande e ruidoso vão tecendo a sua "influência" sem escutas importunas e chatices com o Ministério Público. Mas se quisermos que as coisas mudem não podemos cair no erro de arranjar culpados para as nossas próprias falhas. Ficarei desgostoso se ouvir falar em arbitragens e "azares" no fim da época. Na minha opinião: 
1 - Mudar a direcção. O Pinto da Costa merece todas as homenagens e nunca se esqueça que o Porto tornou-se o maior clube português depois do 25 de Abril pela devido ao seu trabalho. Mas tudo tem um fim. Está limitado pelos problemas de saúde e quer queiramos quer não pelo processo do Apito Direccionado. Poderia ser criada uma alteração nos estatutos que o colocasse como presidente emérito, como o Real Madrid fez com o Di Stefano. Precisamos de alguém que seja duro e que nos defenda quando não nos respeitam. Precisamos do Pinto da Costa da penhora da retrete das Antas. Mas esse, já não volta.
2 - Os prémios devem ser apenas dados quando há de facto sucesso desportivo. É uma vergonha que se dêem milhares a dirigentes com segundos lugares e apuramentos para fases eliminatórias da Champions. Prémios só com título de campeão Nacional, meias finais da Champions ou Final da Liga Europa. Nem a Taça de Portugal deve dar prémio. Os Caldeiras e Fernandos Gomes da vida andam relaxadinhos porque sabem que chorudo guito vai pingar na conta. Nós, adeptos ou sócios, apenas ficamos com a frustração.
3 - Controlar de novo os activos. Estou completamente farto de ver jogadores em fases cruciais da época dizerem aos jornais que querem sair ou que não estão felizes com isto ou aquilo. Isto não acontecia antigamente. Elucidar implacavelmente os jogadores e os empresários que esse tipo de procedimento é inaceitável. Se violado, equipa B ou no limite expulsão, nem que seja o jogador mais valioso do plantel. Informar também os jogadores que não se trocam abraços e mimos com gente que constantemente nos ataca, odeia e despreza. Ninguém quer violência mas por favor poupem-nos a climas de lua de mel.
4 - Premiar o sucesso quando ele surge. Muita da massa adepta do Porto tornou-se passiva e dolente. O Jesualdo ganhou 3 campeonatos, saiu pela porta pequena sem um agradecimento. O Vítor Pereira com equipas inferiores às do Jesus ganhou dois campeonatos com uma única derrota. Era gozado. Vi adeptos a dizerem que se o Vítor Pereira conseguia ser campeão até um burro podia ser treinador do Porto. Nos últimos dois anos ganhamos uma Super-Taça. Que dizer agora?
5 - Manter o treinador. Será trágico se fizermos do Lopetegui o bode expiatório."

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Uma derrota por 0-0

Ninguém ficou ficou satisfeito. Nós porque não ganhámos e não nos impusemos de forma categórica como se exige a uma equipa que quer ser campeã. Eles porque, no fundo, no fundo, têm a consciência que não jogaram um caracol e deram uma imagem muito fraquinha de um campeão anunciado. O primeiro remate à baliza de Helton aos 5 minutos da segunda parte? Em todos o caso, se há sentimento de derrota, esse pertence-nos.
As equipas anularam-se durante a primeira meia hora. Ninguém conseguia três passes seguidos. Na verdade, eles estavam na expectativa do erro nosso (exatamente como no Dragão, lembram-se?). Nós tentávamos construir, mas as sucessivas "faltinhas a meio-campo" de que este Benfica é pródigo esta época encarregavam-se de destruir qualquer intenção nossa de chegar à área contrária. Só nos último quarto de hora da primeira parte é que começámos a mandar no jogo e foi aí que conseguimos a grande oportunidade pelo Jackson.
Este seria um jogo fantástico para Tello. Porque o jogo estava a pedir velocidade e lançamentos para as costas da defesa vermelha. Não havia Tello, não havia velocidade. Oliver fazia o que podia encostado à linha e Brahimi fazia o que podia e o que não devia encostado a dois e, às vezes, três defesas contrários. Na única vez que o argelino não tentou fintar meio mundo e preferiu dar para trás, Danilo cruzou e nós tivemos tal oportunidade.
Na segunda parte, foi precisamente quando nós começámos a arriscar mais com a entrada de extremos puros que os coisinhos aproveitaram, em contra golpe ou em faltas que foram ganhando (a  maior parte delas com grande talento para o teatro dos seus jogadores), para chegarem, então sim, com perigo à baliza de Helton.
Notou-se que a nossa equipa foi ficando cada vez mais impaciente e nervosa, facto ao qual o crescente nervosismo do próprio Lopetegui também não ajudou (já agora, a propósito do final, independentemente do que Jesus lhe terá dito durante o jogo, o nosso mister tem de dar a resposta na conferência de imprensa, e com nível que já foi capaz de demonstrar esta época).
Em termos de arbitragem, palmas para a coragem de amarelar uma das muitas simulações de um jogador dos coisinhos. Outras ficaram por assinalar, mas não se pode ver tudo e eles estão muito bem treinados para a função. Se se mostra amarelo ao Jackson naquele lance (houve ímpeto, mas não houve rasteira, nem pontapé, nem qualquer movimento com os braços), também se deve mostrar a Fejsa no outro sobre Quaresma (seria a expulsão do sérvio). Já agora, o lance entre Luisão e Jackson é penalti claro. O colombiano nunca chegaria à bola, mas é nítido que Luisão se assusta com a antecipação de Jackson e tem a reação instintiva de lhe pôr os braços em cima. Falta em qualquer sítio do campo. Na grande área equivale a penalti.
No final disto tudo, deixem-nos sonhar. E deixem-nos acreditar que o verde Minho vai ser azul e branco. Com derrotas em Braga, em Vila do Conde e em Paços de Ferreira, só faltam Barcelos e Guimarães. Está escrito, caros amigos: os coisinhos vão perder o campeonato no Minho. Oremos.

domingo, 26 de abril de 2015

Vencer ou morrer

Até não haver mais relva naquele galinheiro. Até à última gota de suor. Até à última gota de sangue.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

O dia seguinte

Hoje estive para esbardalhar o focinho a um colega de trabalho, benfiquista, que teve a lata de me cumprimentar com um "bom dia, tudo bem?" enquanto sorria ligeiramente. Ele cumprimenta-me todos os dias desta maneira, mas hoje vir com um "tudo bem?" foi uma espécie de ironia inconsciente que lhe podia ter custado caro, e que só não custou porque ir agora para o fundo de desemprego não dava jeito nenhum. Apenas respondi, "tá tudo...", com a esperança de lhe devolver a pergunta na segunda-feira e com um sorriso de orelha a orelha.
De resto, passei o dia meio aziado, como é de calcular, mas cada vez mais convicto que fomos superiores ao Bayern no conjunto das duas mãos. Senão vejamos: foram quatro partes de 45 minutos, das quais ganhámos duas, empatámos uma e perdemos outra. Eu acho que até merecíamos passar. No mínimo, um jogo de desempate (eles sempre tiveram a a sorte de marcar 5 numa das partes...), um tira-teimas. A UEFA devia pensar nisto.

terça-feira, 21 de abril de 2015

5 minutos à Jackson no pesadelo de Munique

Não foi pelo Reyes que saímos hoje da Champions, goleados em Munique. Foi por toda uma diferença abismal que existe entre as duas equipas e os dois planteis, uma diferença que nós, e é preciso recordá-lo, soubemos anular brilhantemente no jogo da primeira mão. Não o esqueçamos. Mas ela está lá, a diferença. De ritmo, de andamento, de pressão, de condição física. Obviamente que ter dois centrais a jogar nas laterais não faz muito pelo nosso jogo de pressing constante - aquele que conseguimos fazer no Dragão. E ter um central lento como é Reyes encostado à linha não ajuda nada. Não querendo alinhar pelo comentário fácil a posteriori, sinceramente, não estava à espera de ver o mexicano em jogo hoje, quanto mais a titular. É certo que não eram muitas as alternativas, mas a presença de dois centrais ali, corta automaticamente qualquer veleidade de a equipa se estender para o ataque com rapidez. E, ficando encolhida lá atrás, sem poder sair em tabelas com os laterais, torna-se presa fácil para um tubarão de dentes afiados como foi este Bayern.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Quem faz de Danilo?

Ricardo-Maicon-Marcano-Indi.
Será este o quarteto defensivo amanhã em Munique? Ou haverá uma surpresa no lado direito?


domingo, 19 de abril de 2015

der Ball


Calma, jornal der Ball! Não precisam de ser tão ostensivos!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Hegemonias

O guru oleoso do comentário desportivo, que dá pelo nome de Rui Santos, apresentou uma tabela através da qual nos dá conta de que o FC Porto está a perder poder. A sapiência atribuiu pontos às várias competições e depois foi só pegar na máquina de calcular. A constatação imediata é a de que os coisinhos estão em primeiro lugar deste ranking, o que leva, desde logo, à mais importante das conclusões: o FCP perde poder. Qualquer um de nós pode fazer o seu próprio ranking, atribuindo os pontos que quiser às competições que quiser. Até podemos fazer as contas necessárias para que o clube do nosso coração fique em primeiro lugar.
Mas eu deixaria aqui apenas uma observação para as duas últimas competições da lista, a Taça da Liga e a Supertaça. Rui Santos atribui a uma taça recente, sem carisma, na qual os clubes aproveitam não poucas vezes para rodar jogadores menos utilizados um peso superior a um troféu que se disputa há mais de trinta anos, organizado pela Federação Portuguesa de Futebol, o órgão máximo do pontapé na bola cá do sítio, e que junta o campeão e o vencedor da Taça de Portugal. Um troféu que faz parte da identidade do nosso futebol, mas que tem, para infelicidade de uns tantos milhões, um problema: o FCP ganhou 20 vezes este troféu. Que chatice. Ora, basta fazermos o exercício de invertermos as pontuações destas duas competições - Taça da Liga e Supertaça - para vermos o que acontece à chamada "perda de poder" do FC Porto. Experimentem.

(Um agradecimento ao nosso leitor Sardonicus, que publicou esta imagem no facebook do Pobo)